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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Temer e Calheiros pedem, e PF não aceitará mais delações na Lava Jato

Sem qualquer estardalhaço nos meios de comunicação, rumores estão circulando nos bastidores da Operação Lava Jato que as coisas devem mudar nos próximos meses.
Em uma notícia escondida no site da Folha de S. Paulo, o jornal divulga que a própria Polícia Federal defende o fim dos acordos de delação premiada nas investigações da operação.
Segundo os integrantes da PF, todo o material necessário já foi recolhido ao longo de dois anos e sete meses, e que agora as apurações podem seguir sem a necessidade de ouvir mais delatores.


Ao contrário da posição da PF anteriormente, durante o governo de Dilma Rousseff (PT), as delações hoje apenas aumentariam “a sensação de impunidade perante a sociedade”.
A Odebrecht, principal construtora envolvida no escândalo, negocia mais 50 delações de seus funcionários. Para a Odebrecht, essa atitude da Polícia Federal contra a delação premiada “teria relação com algum movimento do governo de Michel Temer, já que integrantes da cúpula do PMDB, incluindo o presidente, são mencionados no acordo com a empreiteira”, destaca a notícia na Folha.
Na realidade, a versão da Odebrecht sobre os rumos da Lava Jato fazem sentido quando analisado o histórico do novo governo sobre a operação.
Nas gravações do empresário Sérgio Machado, por exemplo, foi possível verificar figuras importantes do partido, como o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o ex-ministro Romero Jucá dialogando sobre uma forma de silenciar e brecar os rumos da Lava Jato. Nas conversas, uma das formas encontradas foi justamente o processo de afastamento de Dilma Rousseff, abrindo espaço para Michel Temer conseguir controlar a situação.
Recentemente, Renan Calheiros voltou a defender uma postura mais crítica diante das delações da Lava Jato.

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Editado Por: Blog do Joseilson Cidade: Santa Cruz/RN