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sábado, 24 de setembro de 2016

Norte e Nordeste são as regiões que mais cresceram no Ideb


Os resultados doÍndice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2015revelaram que o avanço de Norte e Nordeste carrega uma contradição. Estados localizados nessas regiões estão, também, entre os que obtiveram os piores resultados.
No Ensino Fundamental 1, oito das notas mais baixas estão localizadas no Nordeste e duas no Norte. São elas Amapá (4,5), Pará (4,5), Maranhão (4,6), Sergipe (4,6), Alagoas (4,7), Bahia (4,7), Rio Grande do Norte (4,8), Paraíba (4,9), Piauí (4,9) e Pernambuco (5). Na etapa seguinte, o resultado é semelhante: Alagoas e Sergipe aparecem com os piores desempenhos (3,5), seguidos por Amapá (3,7), Bahia (3,7), Maranhão (3,8), Pará (3,8), Paraíba (3,8), Rio Grande do Norte (3,8), Roraima (3,8) e Pernambuco (4,1).



Mas, quando se mede o crescimento da nota de 2015 em relação ao ano de 2013, os melhores índices estão nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Ceará foi um dos grandes responsáveis por puxar os números pra cima. O estado liderou o ranking de desenvolvimento no Ensino Fundamental 1, com um aumento de 0,7 pontos na nota do indicador (confira quantos pontos cada estado subiu na avaliação de 2013 para 2015 no gráfico abaixo). Em 2015, com a nota de 5,9, ele ultrapassou a meta prevista para o ano de 2021 - que era de 5,4.

Para Ernesto Martins Faria, gerente de projetos da Fundação Lemann, apesar da evolução do Ceará ser impressionante, ela chama a atenção para o fato de algumas escolas terem se desenvolvido muito acima da média esperada. “Hoje, o estado tem 21 escolas com Ideb de 9 [a meta do país para 2021 é de 6]. Apesar do mérito desses resultados, precisamos considerar que talvez os números do avanço do Ceará estejam inflados pelas unidades de alto desempenho”, comenta.


Série históricaAo considerar o crescimento de 2013 para 2015, se destacam, também, os resultados de Alagoas, Amazonas, Pará, Amapá, Mato Grosso, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Paraíba. Já Distrito Federal, Goiás e Rio Grande do Sul apresentaram avanço de apenas 0,1, enquanto Tocantins manteve o mesmo resultado de 2013.

Analisando a série histórica do Fundamental 1, os estados que tiveram melhor desempenho nos últimos dez anos coincidem com os que se destacaram no Ideb em relação à meta prevista. De 2005 para 2015, o Ceará liderou esse ranking com um crescimento de 2,7 pontos no índice. Alagoas aparece na sequência, com 2,2 pontos.

Em relação à meta (veja gráfico abaixo), o Nordeste se destaca com seis estados que conseguiram alcançá-la. Ceará está 1,4 pontos acima do projetado para o ano de 2015. Já os estados do Amapá, Rio de Janeiro e Distrito Federal aparecem com um índice de 0,1 abaixo do resultado esperado.



Ensino Fundamental 2Os alunos do 9º ano avançaram em relação à avaliação de 2013 em todas as redes, com exceção de Minas Gerais que manteve o mesmo resultado. Apesar disso, as turmas conseguiram alcançar a meta prevista em apenas cinco estados: Ceará, Amazonas, Mato Grosso, Pernambuco e Goiás (confira o gráfico a seguir).

Nesse contexto, o Amapá teve o pior desempenho: ficou a 1,1 ponto de alcançar o previsto para o ano de 2015. O atual resultado do estado (3,7) é equivalente ao que deveria ter sido atingido na avaliação de 2009.



Ensino MédioNa etapa final da Educação Básica, os resultados são assustadores. Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Minas Gerais tiveram em 2015 uma nota inferior à de 2013. A nota do Rio Grande do Sul na última edição da avaliação (3,6) foi menor que a meta estabelecida para o estado no ano de 2007 (3,9).

Os poucos avanços no Ensino Médio são tímidos (veja todos no gráfico). Mas, ao comparar os dados das duas últimas edições do Ideb, as melhores redes também estão no Norte e no Nordeste: Amazonas teve um crescimento de 0,5, enquanto Amapá e Maranhão de 0,3.



Na análise de crescimento na década, o Amazonas aparece na frente com um crescimento de 1,3, seguido por Pernambuco, que avançou 1 ponto. Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Sergipe tiveram um retrocesso de 0,1 na nota do Ideb comparando os anos de 2015 e 2005. Ernesto destaca que nessa análise também é necessário considerar as realidades locais. “Precisamos olhar a evolução e ponderar quais estados já estavam num patamar de desempenho razoável e quais tinham um nível de proficiência baixíssimo. Em estágios de desenvolvimento diferentes, você tem desafios diferentes. Quando se está num patamar muito baixo, ao mesmo tempo que pode ser difícil sair dele, existe muita margem para evoluir e, talvez, com algumas mudanças é possível dar um salto”, explica.


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Editado Por: Blog do Joseilson Cidade: Santa Cruz/RN