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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Capitão Styvenson deixa a Lei Seca no RN; 'Animosidade', explica Sesed

O capitão Styvenson Valentim deixou a coordenação da Lei Seca no Rio Grande do Norte e voltou a integrar o quadro funcional da Polícia Militar. A saída acontece por causa de críticas que ele fez à atuação de delegados e policiais civis do estado. Styvenson foi comunicado sobre sua devolução à PM nesta segunda-feira (25) por meio de ofício assinado pelo secretário da Segurança Pública e da Defesa Social Ronaldo Lundgren. 
"Ressaltamos, outrossim, que a mudança no Comando da Operação Lei Seca foi motivada por animosidade gerada a partir de declarações do nominado oficial em face da atuação de servidores da Polícia Civil do Estado", justificou o titular da Sesed. Já o comandante geral da Polícia Militar no estado, coronel Dancleiton Pereira, disse que ainda não decidiu onde Styvenson irá trabalhar de agora em diante.


Em contato com o G1, Styvenson disse que se sente agradecido ao Detran pelo tempo que atuou no órgão, pela estrutura e efetivo, e também desejou boa sorte ao capitão Isaac Paiva, que deve assumir o lugar dele na Coordenação da Operação Lei Seca no estado.
Conhecido por ter uma postura "implacável" e não dar privilégios a ninguém, Styvenson Valentim ganhou notoriedade na coordenação da Lei Seca, onde atuou desde novembro de 2013. Ele chegou a ser chamado de "carrasco da Lei Seca" e já foi pivô de várias polêmicas por dar publicidade a casos de pessoas presas nas blitzen que comandou.
Em maio deste ano vazou um áudio de um grupo de WhatsApp, de quase dois minutos, no qual o capitão critica a atuação de delegados e agentes da Polícia Civil do RN. “Policial civil ganha muito bem para não fazer nada. Delegado ganha 23 mil reais para não fazer nada", disse o capitão. No áudio, Styvenson conversava com uma mulher sobre como proceder após ela ter se envolvido numa determinada ocorrência de trânsito.
Em abril de 2015, governador Robinson Faria publicou foto ao lado de Styvenson e declarou que ele era era ‘instrumento fundamental em defesa da vida’ (Foto: Reprodução/Instagram de Robinson Faria) A declaração causou revolta entre os policiais civis e fez o comandante-geral da PM pedir para que Styvenson deixasse o Detran e fosse devolvido aos quadros da PM. O pedido foi feito no início de junho. "As operações da Lei Seca geralmente terminam na delegacia de polícia e as declarações dele criaram um clima ruim, mesmo ele tendo se retratado. Por isso achamos prudente evitar esse contato dele com a Polícia Civil. Entendemos que essa é a melhor atitude, inclusive, para preservá-lo", disse o coronel Dancleiton Pereira à época do pedido.
No dia 7 abril do ano passado, quando ainda era tenente, Styvenson chegou a anunciar que não fazia mais parte da Lei Seca. À época, ele argumentou "escassez de recursos e motivação" para continuar comandando as ações de fiscalização no trânsito. No mesmo dia, em resposta ao comandante, o governador Robinson Faria usou sua página pessoal no Instagram para anunciar que Styvenson permaneceria à frente da Lei Seca e afirmou que ele era um “instrumento fundamental em defesa da vida”.

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Editado Por: Blog do Joseilson Cidade: Santa Cruz/RN