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sábado, 25 de junho de 2016

Mãe de Priscila Belfort lamenta falta de nitrogênio para exames de perícia

O sofrimento, que já dura 12 anos, parece não ter fim para Jovita Belfort, mãe de Priscilla Belfort, desaparecida desde o dia 9 de janeiro de 2004. Ela aguarda que ossadas que estão no IML desde 2013 sejam periciadas, para que mães como ela descubram se o material pertence às suas filhas.

Em conversa com a diretora do Instituto de Pesquisas Genéticas Forenses, Sandra Martha, ela diz ter ouvido que faltavam R$ 33 mil para a compra de 50 litros de nitrogênio. A Polícia Civil diz que uma licitação já foi feita, mas aguarda recursos do governo do Estado do Rio para a compra do material. Uma entrevista com os responsáveis pelo Instituto de Pesquisa Genética Forense (IPPGF) foi pedida, mas o G1 não obteve resposta até a publicação desta reportagem.


"Eu conversei com ela na última terça-feira (14) e ouvi dela que faltavam R$ 33,7 mil para a compra desses 50 litros. É uma conversa tensa para mim e para ela, porque ela conversa com todas as mães que chegam, desesperadas, procurando por informações. E você não pode fazer exame de DNA em osso sem nitrogênio", contou Jovita, que em 2015 participou de uma manifestação em prol das mães de desaparecidos. "Minha vida é em preto e branco", afirmou ela. (veja vídeo).
Jovita contou que a luta pelo reconhecimento dessas ossadas começou há pelo menos três anos. Em 2014, o G1 mostrou que pelo menos 200 ossadas estavam à espera desse reconhecimento genético. "A nossa maior conquista foi a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), mas ainda temos muito problemas a resolver", lamentou.
"Todos os dias eu ressuscito a Priscila pela manhã e enterro ela à noite, quando vou dormir, por não ter conseguido nada naquele dia. O desaparecido é uma coisa tão brutal, porque o próprio remédio é o veneno, já que você precisa falar, se expor, contar. E a sociedade não está preparada para discutir isso", avaliou.

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Editado Por: Blog do Joseilson Cidade: Santa Cruz/RN